O verdadeiro teste aos Sapatos…

Lembram-se da minha saga pelo sapato perfeito? Aqui falei sobre a procura e a encomenda. E agora deixo o verdadeiro testemunho sobre o grande dia. Afinal de contas, o que interessa mesmo é o conforto e o resultado final.

Antes de mais, devo referir que os sapatos  ficaram lindos e ainda melhor do que esperava. A própria caixa e detalhe já mostra um pouco o bom trabalho que temos dentro daquela caixa. Um autêntico sonho!

Aliás, todas as convidadas adoraram… e eu inclusivé! O tecido e o próprio calçar são ótimos, dando para perceber o porquê de tantas noivas procurarem a AndIWonder para o grande dia.

Andei até meio do jantar com eles. Até que o calor e o cansaço deram de si. Mas vamos cá ver: enquanto convidada, aguento até as fotografias e logo a seguir tiro os sapatos, pois já estou cansada desde a igreja. Neste caso, tal não me aconteceu. Não sei se foi da adrenalina do dia, da emoção ou da situação. Sei que quero voltar a usar aqueles sapatos posteriormente!
E o mais importante, o resultado final:

Bons preparativos!

Os convites!

É verdade, está na hora de começar a impressão. Tivemos a sorte de várias pessoas aderirem à nossa idéia cervejeira!

Tons de lavanda e a nossa adorada flor de lúpulo fazem então as delícias dos nossos convites: simples, elegantes e lindos! A designer foi de encontro ao que pretendíamos de imediato. E, assim, tudo se liga e tudo faz sentido.

Sabemos que podíamos dar menos uns trocos pelos convites, porém aqui a vontade de ter algo realmente diferente venceu! E é, sem dúvida, inovador!

Cerimónia civil ou religiosa? Serra do Pilar.

É das primeiras questões a tratar:

1 – Queremos uma cerimónia civil apenas?

2 – Espera lá, até não sou muito religioso, mas quero celebrar uma missa…

3 – O que preciso afinal?

 

Várias questões devem ser respondidas e é a primeira coisa a tratar. Se for apenas civil, trata-se do assunto, combina-se o dia e um local. No entanto, a igreja já pede mais burocracia, porque primeiro devemos tratar de casar até 6 meses antes no civil (se não perde validade) e segundo temos de tratar de uma série de papéis e do CPM.

No nosso caso, devido aos valores que nos foram incutidos, achámos por bem realizar a celebração religiosa. Não somos as pessoas mais praticantes à face da terra, porém, é uma tradição que faz todo o sentido no nosso seio familiar, é a crença de que algo simbólico e muito real acontecerá.

Ora e é aqui que começa outra aventura: Toca a casar na Serra do Pilar.

1ª sugestão – marquem com mais de um ano de antecedência (muito concorrido)

2º – Vão arranjando um Padre, pois como pertencem à paróquia do Candal, não há nenhum Padre “atribuído”. Ele vai ter de assinar um papel para entregarem no Candal e a outra metade na Serra do Pilar, em como se compromete a realizar o vosso casamento.

3º – Têm de falar com o Padre da freguesia da noiva: ele vai dizer que 6 meses antes (não mais, se não expira) têm de tratar da parte burocrática no civil e fazer o CPM (Este ponto varia entre Padres)

Muito trabalho, muito dinheiro empregue. Dois meses antes temos de pagar 250€ na Serra do Pilar, fora as restantes despesas de processos. A decoração fica a cargo das senhoras e os noivos pouco voto têm no assunto (menos uma preocupação, sinceramente).

Há medida que o tempo for avançando, vou atualizando a aventura 🙂