Awereness # “façam o favor de ser felizes!”

No meio de tanta confusão, nada como pegar num papel e numa caneta para espairecer! O tempo não pára, o relógio parece estar à velocidade cruzeiro… e o dia C vai-se aproximando,

São tantos os pormenores, tantas as coisas a tratar, a contar os tostões, a ser bombardeados com informação e idéias originais que o deixam de ser à medida que vemos os casamentos a aparecer nas redes sociais.

Então, eis que dei por mim a pensar: nisto tudo… o que é realmente importante? É o matrimónio. Começar uma vida a dois. Estarmos felizes com as pessoas que gostamos. Sim.. é tudo isto! Pois daqui a uns anos, muitos não se vão lembrar sequer do vestido da noiva, da cor dos convites, de como foi a primeira dança ou que músicas tocaram. Claro que não quero com isto dizer que não se dê atenção aos pormenores (coisas que todos gostamos)… quero sim passar a mensagem que não devemos entrar em pânico/stressar com as 1000000000 coisas a fazer.

Desfrutem e vivam o momento! Sejamos gratos pela união de 2 famílias numa só!

Respirem fundo e deixem-se levar. Afinal, esta aventura só vai agora começar!

Falta cada vez menos!

Passar de um ano até uns dias na contagem final, aterroriza qualquer um. Por mais que se planeie e organizemos tudo, há coisas que só mesmo no fim aparecem feitas:

  • É os processos religiosos que deixam tudo para o final
  • A decoração que não fica tratada como queremos e com tempo
  • É as pressões familiares que teimam em enfiar o nariz em tudo
  • É os vestidos das meninas que dão mais trabalho que a noiva

É só pormenores… Pormenores que para nós fazem a diferença! Ou seremos complicadas?

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Lago Como

Em caso de dúvida: Respirar fundo, meditar e agradecer! Tem sido isto que tenho em mente. Isto e viajar, aprender novas coisas… E limpar de todas as frases negativas (como as do início do texto) e ver como tenho sorte de todo este processo, de todas as lutas e todas as conquistas. Nada de extraordinário vem sem esforço… e eu pergunto. O nosso casamento não o é? 🙂

A saga dos sapatos

Há coisas que deixámos para a última e, sinceramente, os sapatos não eram algo que me assusta-se! Estava a pensar ir ao El corte inglès ou a uma sapataria normal, sem grandes dramas, idéias grandiosas ou muito amor pelo assunto.

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Até que uma colega do trabalho sugeriu a AndIwonder. Confesso que gostei de algumas sugestões quando vi o site e fez-me sonhar… porém, nunca pensei que os sapatos fossem tão confortáveis, mesmo quando têm 8, 10 ou 12 cm de salto. Parece uma pequena esponja! (Bem, não nos vamos iludir, mas no dia espero andar uma boa parte com eles, até para ficar melhor nas fotografias.)

Eles são tão personalizáveis que até me informaram que se eu não gostasse de nenhum tecido, que tentavam contactar o fornecedor para pedir a cor que eu queria. O produto pode ser depois acompanhado através do nosso acesso pessoal, para irmos vendo como fica o produto. Achei mesmo muito prestável a menina, pelo seu serviço e todo o atendimento (e uma paciência, pois não é tão fácil escolher tudo ao pormenor). Já os preços, que não são os mais baratos, estão na net para quem tiver curiosidade. Eu aconselho, nem que seja só pela curiosidade e verem como uns sapatos podem ser tão ou mais especiais neste dia!

Sempre em forma!

Ao organizar um casamento podemos facilmente perder o controlo de tudo o resto: são os numerosos e-mails, os fins de tarde a correr por causa das reuniões ou simplesmente o cansaço acumulado.

Já me perguntaram: “Mas então, como consegues manter-te em boa forma?”

Não é fácil, não vou mentir. Ainda para mais treino bastante bem numa parte do ano e durante 3 meses do ano, por questões de trabalho, tenho de parar os treinos. Isto quebra o ritmo. Este ano, mal voltei, tentei começar a treinar, porém as reuniões com os fornecedores são sempre ao final do dia. Neste ponto tento resolver por outro meio: pôr apenas um ou dois fornecedores à semana e o restante ao fim-de-semana. Por vezes, não dá, mas também não são necessários dez mil encontros, até porque o e-mail serve bastante bem.

Em média, consigo treinar 4 a 5 vezes por semana e aproveito para conciliar com os trilhos que tanto gosto ou só vou ao ginásio. Para quem não gosta de ginásios e prefere o ar livre, tem o Porto em forma ao sábado, por exemplo, ou pode treinar em casa. Há inúmeras opções de treino no youtube desde o Yôga a HIIT. É tudo uma questão de informação, pesquisa, tempo e de evitar lesões. Informem-se sempre antes de começar a treinar desalmadamente, pois as coisas levam o seu tempo e a alimentação não pode ser muito descuidada (ando a falhar aqui, mas ainda vou a tempo!).

Também aproveito as corridas da Runporto para treinar ou então nos trilhos, como é preferível ir em grupo, aconselho a Borealis on trekking. Nestas opções já não poupamos dinheiro, mas também é possível correr ou fazer uns trilhos por conta própria.

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Última dica de hoje: inspirem-se. Vejam no instagram, no pinterest… Não falta gente Fit nos dias que correm e muita gente inspiradora!

Resta-me desejar: Bons treinos! 🙂

 

 

 

Os convites!

É verdade, está na hora de começar a impressão. Tivemos a sorte de várias pessoas aderirem à nossa idéia cervejeira!

Tons de lavanda e a nossa adorada flor de lúpulo fazem então as delícias dos nossos convites: simples, elegantes e lindos! A designer foi de encontro ao que pretendíamos de imediato. E, assim, tudo se liga e tudo faz sentido.

Sabemos que podíamos dar menos uns trocos pelos convites, porém aqui a vontade de ter algo realmente diferente venceu! E é, sem dúvida, inovador!

Tema de casamento

É uma das primeiras coisas sobre as quais pensámos. Um tema!

Aliar o romantismo, com os gostos do casal e toda uma festa à volta de um tema nem sempre é fácil, mas é muito divertido de se fazer.

Das duas opções escolhemos: Cerveja Artesanal. É algo que fazemos enquanto casal, ambos adorámos cerveja e, sinceramente, dá-me um gozo terrível fazer toda a parte da decoração, lembranças e planos à volta desta bebida! E para cereja no topo do bolo: Fui pedida em casamento no Porto Beer Fest, nos jardins do Palácio de Cristal. (Nada que não soubesse, já estávamos a planear o assunto, mas não deixa de me encher de orgulho.)

Depois lá vêm as trocas de idéias, o brainstorming, as lembranças, as flores. Devo admitir que me tem dado um certo gozo a novidade do tema, pois não é muito recorrente. Adoro sentir que estou a arranjar novos desafios às designers, decoradoras e floristas por aí. Ensinar algo novo e partilhar conhecimento.

Não minto: nem tudo é fácil, personalização leva dinheiro ou muito esforço dos noivos, porém é aqui que fazemos do nosso casamento mesmo nosso! Em breve partilharei aqui um moodboard para inspiração, para todos aqueles que quiserem arriscar neste tema!

Cheers 🙂

Cerimónia civil ou religiosa? Serra do Pilar.

É das primeiras questões a tratar:

1 – Queremos uma cerimónia civil apenas?

2 – Espera lá, até não sou muito religioso, mas quero celebrar uma missa…

3 – O que preciso afinal?

 

Várias questões devem ser respondidas e é a primeira coisa a tratar. Se for apenas civil, trata-se do assunto, combina-se o dia e um local. No entanto, a igreja já pede mais burocracia, porque primeiro devemos tratar de casar até 6 meses antes no civil (se não perde validade) e segundo temos de tratar de uma série de papéis e do CPM.

No nosso caso, devido aos valores que nos foram incutidos, achámos por bem realizar a celebração religiosa. Não somos as pessoas mais praticantes à face da terra, porém, é uma tradição que faz todo o sentido no nosso seio familiar, é a crença de que algo simbólico e muito real acontecerá.

Ora e é aqui que começa outra aventura: Toca a casar na Serra do Pilar.

1ª sugestão – marquem com mais de um ano de antecedência (muito concorrido)

2º – Vão arranjando um Padre, pois como pertencem à paróquia do Candal, não há nenhum Padre “atribuído”. Ele vai ter de assinar um papel para entregarem no Candal e a outra metade na Serra do Pilar, em como se compromete a realizar o vosso casamento.

3º – Têm de falar com o Padre da freguesia da noiva: ele vai dizer que 6 meses antes (não mais, se não expira) têm de tratar da parte burocrática no civil e fazer o CPM (Este ponto varia entre Padres)

Muito trabalho, muito dinheiro empregue. Dois meses antes temos de pagar 250€ na Serra do Pilar, fora as restantes despesas de processos. A decoração fica a cargo das senhoras e os noivos pouco voto têm no assunto (menos uma preocupação, sinceramente).

Há medida que o tempo for avançando, vou atualizando a aventura 🙂

 

É tudo uma questão de listas…

Quando se começa a planear um casamento, toda a ajuda é boa.

Eu comecei-me a guiar por sites de referência: Casamento.pt ou a Zankyou são boas fontes de inspiração e com vários guias de fornecedores. As listas que estão nos sites são óptimas e os fóruns estão cheios de boas pessoas que dão as mais diversas opiniões e sugestões.

Há duas coisas a fazer mal ficámos noivas:

1º Marcar a celebração religiosa (se for numa igreja, principalmente concorrida convém marcar com um ano)

2º Começar a ver Quintas – Há quintas totalmente cheias na época alta com um ano e meio de antecedência.

Foram dias infindáveis e Sábados cheios. Com marcações de duas em duas ou três em três horas de reuniões, visitas, apresentação de menus e preços. Para ajudar à festa, ainda tinha dias da semana com marcações às 18h30. Só assim deu rendimento e uma decisão rápida, visto que nem todas fazem pré-reservas e as mais concorridas são ou as mais bonitas ou as mais em conta do ponto de vista preço-qualidade.

Um bloco e umas listas, além de uma agenda, ajudam bastante em todo o processo. Definir prazos e orçamentos vão facilitar as 1000 decisões a tomar. E acima de tudo: Nunca pensem no casamento para os outros, façam como desejam, pois quanto mais dermos o casamento às opiniões alheias, menos romântico será para nós (sempre com moderação, claro!).

 

Um Feliz ano 2017 a todos aqueles que estão nesta aventura!

 

Este ano é o ANO.

Cerimónia civil ou religiosa?

É das primeiras questões a tratar:

1 – Queremos uma cerimónia civil apenas?

2 – Espera lá, até não sou muito religioso, mas quero celebrar uma missa…

3 – O que preciso afinal?

Várias questões devem ser respondidas e é a primeira coisa a tratar. Se for apenas civil, trata-se do assunto, combina-se o dia e um local. No entanto, a igreja já pede mais burocracia, porque primeiro devemos tratar de casar até 6 meses antes no civil (se não perde validade) e segundo temos de tratar de uma série de papéis (depois também varia de diocese para diocese) e do Curso Para o Matrimónio (no nosso caso é no Porto). Ainda para mais, escolhemos a Serra do Pilar para o nosso casamento, que ainda obriga a que arranjemos um Padre e obriga a mais papéis ainda… Já vamos a meio do processo e farei aqui uma lista para ajudar a todos os que queiram ter uma idéia de como é.

Resumindo a nossa decisão: Tendo em conta os valores que nos foram incutidos, achámos por bem realizar a celebração religiosa. Não somos as pessoas mais praticantes à face da terra, porém, é uma tradição que faz todo o sentido no nosso seio familiar, é a crença de que algo simbólico e muito real dará o início de uma nova vida a dois (isto de um ponto de vista muito romântico, é destas coisas que se trata a preparação de um casamento, muita lamechice).

Afinal de contas, quem nunca imaginou como será estar daquele lado?

Casar antes dos 30…

Sempre fui daquelas pessoas que dizia que não casava antes dos 30… Contudo a vida dá voltas e muitas voltas: um emprego fixo desde que sai da faculdade, viagens constantes e jantares para nos encontrarmos… Enfim, o próprio sentimento de que crescemos fez com que o nosso relógio biológico começa-se a tocar.

Tanto tocou, que um belo dia dissemos: É para o ano! No meio de muita ginástica emocional e financeira começamos a correr o terreno e a anotar tudo o que faltava.

E o que faltava? Tudo! Não havia casa comprada nem alugada, não havia tachos nem panelas, não havia nada para o casamento e após o casamento. As coisas nem sempre podem ser planeadas a longo prazo e, sinceramente, não era algo que estivesse a planear fazê-lo assim de repente. Se não fosse o apoio dos pais, amigos e a confiança mútua de que somos capazes, nem sequer o matrimónio seria uma opção válida.

Já mais do que uma vez dei por mim a pensar nos últimos meses que sou louca ao pensar em meter-me a organizar um casamento. Ainda assim, a verdade é que me dá um certo gozo e divertimento toda esta história. Dos momentos mais triste e decisões difíceis… até àqueles dias que tudo é um mar de rosas e fácil, esta vai ser a nossa história e se não fosse contada e registada, perdia-se muito!